sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

CD DONA JOANA

Primeiro cd da banda Dona Joana.Lançamento Eletro Fluminas
         Dona Joana é uma adorável senhora banda, de idade indefinida e octógona personalidade. Nascida do espetáculo Cabaré Valentin, ela viaja de fusca por aí distribuindo suas cintilantes notas musicais pelo mundo. Da valsinha ao rock and roll, da salsa ao funk-melody: em seus acordes multidimensionais a música é viva para ser vista, sentida e degustada em tulipas de bolhas de sabão. 

Lana Borges - voz, flauta e guitarra / Pedro Coelho - voz, baixo e guitarra /Guilherme Stutz - voz, trompete, guitarra e baixo /Otávio Santos - voz, teclado e baixo /Renata Epifanio,Florah Mariah e Stephania Vieira - vozes e percussões/Leticia Andrade - bateria

DONA JOANA NO CIRCO VOADOR


quinta-feira, 24 de setembro de 2009

tirando do baú:Um divinopolitano Global



UM DIVINOPOLITANO GLOBAL
Osvaldo André de Mello
Aluno do Grupo Escolar “Miguel Couto”, imponente prédio neoclássico da Praça da Estação, dispunha de rápidas distrações, que me encantavam, ao terminar o turno escolar. Atravessar a bela praça e, do outro lado, sentar no meio-fio, perto de Pedro X. Gontijo, idoso, capa de gabardine, a cismar, acomodado numa cadeira, à frente da farmácia. Prazer indescritível, desfrutar, em silêncio, da proximidade do homem ilustre, sobre quem se estudava: fundador e patriarca de Divinópolis. Ou subir a Rio de Janeiro, entrar no Íris Hotel; no segundo andar, tomar assento nas cadeiras antigas da sala de estar, ouvir, imóvel, os ruídos da edificação, chamada a sala de visitas da cidade. A camareira Nina passava por ali, não se incomodava comigo. Sentia-me parte do mobiliário.
A última distração. Retornar a casa, pela Getúlio Vargas, parando defronte à residência e consultório do D.r Márcio S. T. de Miranda. Àquela hora, a brincar no jardim, banho tomado, estava uma criança vivaz, o rechonchudo Marcinho. Então, eu lançava a mesma pergunta: “O que você come para ficar gordo?” E obtinha a mesma resposta, tudo com o muito humor dos meninos interlocutores: “Eu como feijão com angu!” Era um jogo, uma brincadeira de palavras.
Essa criança cresceu. Não nos perdemos de vista. Comecei a escrever, a publicar nos jornais, a mexer com teatro, o que aprendi no grupo. O Marcinho, logo, decidiu-se pela música. Em pouco, criava bandas, botava pra quebrar. De uma feita, compôs uma ópera-rock, “O Anjo Azul”, superprodução, com “Os Rouxinóis”, que estreou, em única apresentação gloriosa, no Cine Teatro Alhambra. Escrevi o libreto e tive outra incumbência: tomar emprestado da Dª Dulce do D.r Cícero o piano de cauda. O instrumento subiu ao palco, a ópera foi aplaudida de pé.
Hoje, o Marcinho tornou-se arranjador, compositor, produtor musical de sucesso, em São Paulo. Recentemente, no Teatro Gravatá, apresentou o emocionante show de lançamento do CD VERDAZUL, que me remeteu à infância, àquela casa da Getúlio Vargas, onde, decerto, conheceu “Alice no País das Maravilhas”, que motivou músicas tocantes do citado CD. Ele é Márcio Lomiranda. Nome que se leu nos créditos finais dos programas da Globo: “Os Normais”, “A Diarista”, “Sai de Baixo”, “Força Tarefa”. E nos créditos do filme “Os Normais”. Criou as trilhas sonoras dessas obras. Dele também são as trilhas de “Casseta e Planeta”, “A Grande Família” e do quadro “Domingo é Dia de!”, do “Fantástico”.
Márcio Lomiranda assina a trilha de “Os Normais 2”, um recorde de bilheteria, em cartaz, cujo CD vem aí.
De volta ao passado, nos 70, fez a trilha de “A Abelhinha Sonhadora”, de Nati Cortez, que dirigi no Grupo de Teatro “Martha Eugênia”, do Colégio Frei Orlando, onde lecionava e ele estudava. De regresso ao tempo atual, um dos mais valiosos presentes que ganhei desse amigo foi a trilha da minha peça “O Casamento de Dª Baratinha”, em processo de montagem.
Fiz-lhe uma pergunta: “O que representa Divinópolis, na sua carreira?” Respondeu-me: “Crescer em Divinópolis, naquela época, efervescentes anos 70 (os mais criativos do século passado), ouvindo as músicas que ouvíamos, brincando de música, teatro, paixões... Amizades, bailes, carnaval, procissões, congado, noites mágicas e sem violência, ruas tranqüilas, filmes, livros e professores inesquecíveis, aulas de piano, harmônio na igreja, juventude inteligente e ativa... Alguém pode ter alicerce melhor para construir uma vida artística?”
Este é o Marcinho, digo, Márcio Lomiranda, orgulho de Divinópolis!

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Entrevista Radio Eldorado sobre a musica de OS NORMAIS 2


Território Musical

Notícias e entrevistas com foco em variedades e cultura, intercalado com o melhor da música. Apresentação: Fernanda Felicioni. De 2ª à 6ª, das 20h às 23h. E-mail: territoriomusical@redeeldorado.com.br

quinta-feira, 25 de junho de 2009

quarta-feira, 10 de junho de 2009

segunda-feira, 18 de maio de 2009

MAGNIFICAT-Rutila Maquina 1993



MAGNIFICAT(marcio Lomiranda)
Rutila Maquina 1993
abertura da novela "Olho no Olho"Tv Globo
Mergulhar no seu olhar de luz
É viajar em todos os sentidos
Magnificat sua presença em mim
Faz calar todas as palavras

Os meus olhos podem ver
Minhas mãos podem sentir
Tão perto, tão perto...

Química tudo o que vem de nós
É o que me faz mansa e sensível
Te faz real, me faz acreditar
E suplicar por todos os delírios

Os meus olhos podem ver
Minhas mãos podem sentir
Tão perto, tão perto...

Caldeirão da Bruxa


Rútila Máquina

Caldeirão Da Bruxa

Meu corpo conhece
uma sensaçao de veneno
que pede ,que grita
e sempre quer mais

Um rio que corta em veias
um grande deserto
um barco a deriva no meio do mar

Brilho de faca na pele molhada
voce deixa marcas que eu ja sei de cor
Somos constelações
implodindo no nada
Velhas feridas gemendo de dor

Mas quando a noite acordar
e o medo chegar
me abrace bem forte
pra aliviar a certeza de que estamos no mundo
so fugindo da morte

Saliva tão louca
que escorre e que arde
no canto da boca um resto de amor
e quando a bruxa esquenta o caldeirão da verdade
nao resta mais nada
seu tempo acabou.....

E quando a noite acordar......

cd,LP e Cassete Polygram 1993

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

tirando do baú:Nyon Folk Festival,1982




1982

From 22 to 25 July 1982 The festival is now a five day affair with the introduction of a ‘pre-concert’ evening on the Tuesday. The first of these is an all English affair, with Joe Jackson, Echo and the Bunnymen and Alvin Lee. Three days later, Joan Baez breaks the attendance records by attracting 22,000 people to her concert. Francis Lalanne personifies the renaissance of French chanson. At the end of the day, the 7th edition of the festival brings together an audience of 55,000 people.

Poster designed by: Pierre-Alain Bertola
Number of stages: 2
Number of concerts and shows: 45
Number of spectators: 55"000
Site surface: 3 hectares
Number of volunteers staff: 626

Artists Alain Lamontagne, Alceu Valença, Alvin Lee, Atelier Jazz Nyon, Basilic, Bernard Constantin, Bluegrass Matinée, Cayenne, David Bromberg Band, Dronningens Livstykke, Echo and the Bunnymen, Edith Butler, Eduardo Gardiola, Francis Lalanne, Gilbert Lafaille, Hans Theessink, Illi et Olli, Joan Baez, Joe Jackson, La Lionetta, Larry Coryell, Le Rêve du Diable, Les Gabinets de Lyon, Luther Allison, Maluzerne, Mme Dufour, Murray Head, Na Casaidigh, OK Jive, Osibisa, Ougenweide, Paco de Lucia, Parenthèse, Pascal Auberson, Paula Lockheart, Pietro Bianchi, Plank Road, Ray Barretto, Ricardo Zappa, Small World, The Middle Coast Jazz Band, Vizöntö, Yves Lebel, Zaka Percussion, Zouzou

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

sábado, 11 de outubro de 2008

Nightie Night -show Verdazul


Nightie Night -show Verdazul
participação especial:Pedro Verissimo(Tom Bloch)no vocal.

Caldeirão da Bruxa -ao vivo



http://www.youtube.com/watch?v=q1Smu-8EeDU

Caldeirão da Bruxa
(P.Rafael/M.Lomiranda/T.Schubert)

ao vivo no show VERDAZUL
participação especial de Tonia Schubert no vocal e Paulo Rafael na guitarra(Rútila Máquina)

Caldeirao da Bruxa

Rútila Máquina

Composição: Paulo Rafael/Marcio lomiranda/Tonia Shubert
Meu corpo conhece
uma sensaçao de veneno
que pede ,que grita
e sempre quer mais
Um rio que corta em veias
um grande deserto
um barco a deriva no meio do mar
Brilho de faca na pele molhada
voce deixa marcas que eu ja sei de cor
Somos constelaçoes
implodindo no nada
Velhas feridas gemendo de dor
Mas quando a noite acordar
e o medo chegar
me abrace bem forte
pra aliviar a certeza de que estamos no mundo
so fugindo da morte
Saliva tao louca
que escorre ,que arde
no canto da boca um resto de amor
e quando a bruxa esquenta o caldeirao da verdade
nao resta mais nada
seu tempo acabou.....
E quando a noite acordar......

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Verdazul no Mistura Fina

Márcio Lomiranda apresenta show nesta quarta no Mistura Fina

JB Online

RIO - O músico mineiro Márcio Lomiranda se apresenta nesta quarta-feira, dia 24, no Mistura Fina, no Rio. O show marca o lançamento do CD Verdazul, pela Som livre, e o retorno de Lomiranda aos palcos, após alguns anos de dedicação exclusiva aos arranjos e às composições de trilhas para TV. No repertório, além das músicas do CD, algumas composições inéditas e outras pinçadas de trabalhos anteriores.

O acompanham no show o baterista gaúcho, Iuri Freiberger, da banda Tom Bloch, e seus filhos Rick (vocais e guitarra) e Pedro Miranda (vocais e baixo). Lomiranda também contará com as participações especiais do parceiro e guitarrista Paulo Rafael, do compositor e cantor Pedro Veríssimo (Tom Bloch) e da cantora Tônia Schubert.

Serviço

24 de setembro - 21h

Mistura Fina (Av. Rainha Elizabeth, 769 / Ipanema- RJ)

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Verdazul no jornal O FLUMINENSE





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Matérias
Publicado em 23/07/2008



Sérgio Renato

Para ouvir descansando na serra

Se a intenção do arranjador mineiro Márcio Lomiranda era traçar uma espécie de estrada sonora entra Minas e Rio, como ele mesmo define no encarte de Verdazul, pode-se afirmar que ainda falta um pouco mais de urbanidade em seu som – apesar de ele já ter trabalhado em inúmeras trilhas de programas famosos da TV Globo.

Mas isso não é exatamente um mau sinal, pois a predominância de ambientes mais envolventes acabam proporcionando uma agradável sensação de tranqüilidade que só se encontra nas paisagens montanhosas, que devem ter sido a principal inspiração do músico nascido em Divinópolis, na Zona da Mata. A belíssima capa de seu primeiro álbum solo em quase 30 anos de carreira já mostra isso de cara.

Nas 16 faixas do disco, até os títulos dão a impressão de que ele sugere um trilha para reuniões bicho-grilo na serra, como Cogumelos Vermelhos, Chá Maluco, A Lagarta e Um Pouco de Ar – o que leva a crer que a tal estrada imaginada por ele faz uma escala em Visconde de Mauá e/ou São Tomé das Letras. De qualquer forma, é uma boa pedida para quem cansou de barulho, seja de guitarras ou pandeiros, e está a fim de refrescar a cabeça e os ouvidos.


O Fluminense








Lomiranda Produções Artísticas

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